Realizou-se no passado domingo, 11 de Maio, pelas 10.30h, no Pavilhão Municipal de Condeixa-a-Nova, o segundo jogo do Torneio Primavera, entre as equipas do Clube de Condeixa Basquetebol/Habitus Café e o Esgueira.
A equipa visitante deslocou-se a Condeixa-a-Nova com um grupo de apoiantes ainda numeroso, reivindicativo e também com a ideia que o jogo seria fácil para a equipa de Aveiro. Por seu lado, a equipa de Condeixa procurou oferecer luta, resistir conforme lhe era possível à equipa adversária. Sem virar a cara à luta, mas cometendo alguns erros que se tornaram fundamentais no resultado, em especial no capítulo defensivo.
Assim, os parciais no quatro períodos foram os seguintes:
1º Período: Clube de Condeixa Basquetebol/Habitus Café 4 - Esgueira 12
2º Período: Clube de Condeixa Basquetebol/Habitus Café 14 - Esgueira 29
3º Período: Clube de Condeixa Basquetebol/Habitus Café 19 - Esgueira 42
4º Período: Clube de Condeixa Basquetebol/Habitus Café 35 - Esgueira 48
Um dos problemas notórios neste jogo e em muitos jogos é a falta de concentração das nossas jogadoras durante grande parte do jogo. Outro problema foi a capacidade de concretização de lançamentos, foram tentados muitos lançamentos, mas poucos se conseguiram concretizar em pontos.
Alertadas pelo treinador Pedro Santos, para corrigir a atitude defensiva, mostrando maior agressividade defensiva, capacidade de realização de bloqueios e tentando concretizar melhor, aproveitando com mais eficácia as situações de contra-ataque. As atletas ouvem as instruções do treinador, compreendem o que lhes é pedido, treinam durante a semana o que devem devem fazer em jogo mas quando chegam dentro do campo só pontualmente e quando entendem é que concretizam aquilo que treinaram.
Depois de se analisar os parciais dos períodos da partida acima enunciados, facilmente se depreende que a equipa da casa mostrou maior capacidade concretizadora, de marcar pontos em jogadas simples, mas eficazes de contra-ataque, ou ataque rápido, que permitiram uma aproximação ao resultado das adversárias. Neste último período da partida pode dizer-se que a equipa da casa mostrou que quando quer e se concentra no que deve fazer pode fazer jogadas de bom efeito, realizando e ganhando alguns ressaltos de bola e capacidade de reagir à adversidade do resultado.
A diferença de 13 pontos no marcador no final da partida resulta mais da ineficácia da equipa da casa e dos problemas de concentração do que de uma grande diferença de qualidade entre as duas equipas, mas fica a prova que quando se quer verdadeiramente se conseguem alterar algumas coisas.
Um agradecimento ao Paulo Barros, que arbitrou a partida e aos elementos da mesa que se estrearam nas tarefas: Rui Pinto e Beatriz Simão.
Uma saudação particular à assistência presente no pavilhão tanto de Esgueira como de Condeixa e que acompanharam a partida.
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